A MPB e a Censura na Ditadura

QUISERAM CALAR A MÚSICA

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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

DISCOGRAFIA NA ÉPOCA DA DITADURA BRASILEIRA





DISCOGRAFIA NA ÉPOCA DA DITADURA BRASILEIRA



CENSURA MUSICAL

A memória da censura musical no Brasil

"A história da música popular brasileira guarda capítulos de nossa contestadora classe artística. Insatisfeitos com a repressão dos militares, compositores disseminaram suas críticas por meio de letras que se tornaram a trilha sonora da ditadura no Brasil."

Há vários sites na rede que versam sobre a Censura Musical.
Um muito interessante que encontramos trata-se do http://www.censuramusical.com/ , que apresenta letras vetadas de artistas das mais variadas vertentes de nossa rica MPB. Chico Buarque, Belchior, Gilberto Gil, Zé Rodrix, Vinicius de Morares, Paulo Coelho, Sérgio Sampaio, Caetano Veloso, Raul Seixas, Odair José, Dom e Ravel, Geraldo Vandré, entre outros. Os documentos trazem observações feitas de acordo com critérios impostos pela Divisão de Censura de Diversões Públicas (DCDP), órgão responsável pela análise das obras.

Um exemplo:

Autor: Zé Rodrix e Paulo Coelho
Música: A Velha Questão
Parte(s): Parte 1
Páginas: 3
Resumo: Composição fruto da parceria entre Zé Rodrix e Paulo Coeho, “A velha questão” nunca foi gravada. Em entrevista ao site, Rodrix não se lembrou da canção, em meio a tantas que produziu. Analisada por três censores, a letra sofreu inicialmente veto parcial, devido ao trecho “mudando de posição”. Para a técnica de censura, o verso apresentava linguagem de interpretação dúbia. Na análise seguinte, as duas censoras afirmaram que o verso vetado “presta-se a interpretações várias, não implicando necessariamente, em posição sexual”, solicitando assim que a letra fosse liberada.

CQC desafiando regras.

CQC - desde 2.008 desafiando as regras e imposições. Protestando e gerando polêmicas. Desafiando toda e qualquer censura.

O CQC (Custe o Que Custar) estreou na Band em 17 de março de 2008. Imediatamente o telespectador brasileiro percebeu que estava diante de algo novo. O formato da Eyeworks-Cuatro Cabezas que já fazia sucesso em outros países conquistou também os brasileiros pela irreverência, acidez e humor inteligente.
O programa exibido nas noites de segunda-feira faz um resumo semanal das notícias, e nessa varredura dos fatos importantes, sob o olhar atento do CQC, ninguém escapa.
No estúdio, quartel-general do CQC, Marcelo Tas, Rafinha Bastos e Marco Luque assumem a bancada, e além de conduzir o programa ao vivo tem a missão de comentar livremente os principais assuntos da semana. Já Rafael Cortez, Danilo Gentili, Felipe Andreoli, Oscar Filho e Monica Iozzi ( que passou a integrar o time em 2009 ) - além do próprio Rafinha Bastos - cuidam das reportagens. De microfone em punho e munidos de uma cara de pau acima da média os homens e a mulher de preto têm uma prioridade: perguntar o que ninguém teve coragem. Marcelo Tas, um dos nomes fortes do time, explica o que o empolgou no projeto: “Sou fã do CQC há mais de 10 anos, quando cruzei com os caras em Buenos Aires. Tivemos uma identificação imediata por conta do Ernesto Varela, que um deles já conhecia. Topei o convite da Band porque acredito que o nível de exigência editorial e qualidade técnica do CQC é uma forma de aperfeiçoar o trabalho que faço na TV desde sempre. E também porque acredito que o telespectador brasileiro esteja aberto e com vontade de mais irreverência e humor para ajudar a digerir as notícias absurdas dos nossos dias”, afirma.
Política, economia, cultura, esporte ou celebridades. Não importa, onde houver notícia ou fato relevante, o “Custe o que custar” também estará. A mosca do CQC, símbolo mundial do programa, já incomodou muita gente importante. Presidentes, jogadores de futebol, autoridades religiosas, políticos, cineastas e artistas em geral estão entre as “vitimas” preferidas. O formato recebeu 7 indicações ao International Emmy Awards e tem versões no Chile, Argentina, Espanha e Itália.

A CENSURA ACABOU???

Desde a Constituição de 1.988 todos tem (ao menos em tese) liberdade de expressar sua opinião e pensamento.
Mas constantemente vemos, de alguma forma, certa censura, especialmente no tocante à opiniões de jornalistas que não concordam com certas atitudes do governo, com o nepotismo que ainda existe na política brasileira.
Por isso a pergunta: VOCÊ ACHA QUE A CENSURA ACABOU???